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domingo, 2 de outubro de 2011
Minha primeira experiência
Pode-se dizer que foi um "rabo de foguete", uma expressão para dizer que passamos por uma situação complicada. Foi na disciplina de Estatística, no pólo de Caucaia-Rubem Vaz, em 2009. A tutora que estava responsável pelo pólo teve que deixar a turma na semana do primeiro encontro presencial por questões particulares e eu fui convidado a substituí-la. O professor-coordenador da disciplina me deu umas dicas, me ajudou com o material para o encontro e fui enfrentar a "bronca". Eu já tinha experiência como professor, mas não na modalidade semi-presencial. Confesso que foi um pouco difícil e fiz o melhor que pude. Hoje, depois de 6 turmas e do curso de formação de tutores, vejo que poderia ter estimulado um pouco mais os alunos, porque assim como é necessário uma readaptação ao modo de ensinar, também é preciso uma nova maneira de estudar por parte dos alunos, precisamos ir um pouco além e dar um empurrãozinho no pessoal, até que eles possam desenvolver a autonomia necessária para seguirem bem no curso.
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Êneo,
ResponderExcluirconheço bem esse pólo, pois sou tutora de Latim em Caucaia/Jurema há uns quatro anos, sempre pego turmas lá (o bom é que é bem perto).
Se já é difícil o primeiro contato com uma modalidade de ensino diferente da que estamos acostumados, imagina quando isso acontece de última hora!
Mas o bom da experiência é exatamente isso: perceber em que podemos melhorar e de que forma podemos oferecer melhores aulas aos nossos alunos e, como você disse, é necessário conscientizá-los da importância da participação e dedicação de cada um.
Abraço
Êneo,
ResponderExcluirEstimular os alunos a desenvolverem sua autonomia é algo fundamental e desafiante na EAD. É sempre necessário dar esse empurrãozinho, como você diz, a fim de que eles programem suas agendas de estudo e permaneçam firmes na caminhada.
Outro aspecto bastante interessante do seu depoimento diz respeito às novas formas de ensinar e aprender na modalidade a distância. Se é um desafio para nós, enquanto tutores, não é diferente para os alunos. Nesse desafio, a confiança mútua e o apoio constante fazem toda a diferença.
Até breve,
Carlos