Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida. (Confúcio)
Boas-vindas
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Sobre avaliação
Conclusão 1:
Ele abriu a cabeça do aluno para tentar “enfiar” na cabeça do aluno o que este aluno não consegue naturalmente aprender, entender, compreender;
Conclusão 2:
Este aluno é tão inteligente que o professor abriu sua cabeça para “verificar”, observar, descobrir, porque tamanha inteligência.
Francisco Miranda
Os Pilares de Paulo Freire
E é nesse constante aprender que vem e somente vindo é que o aprendizado é querido, desejado, ansiado e, por isso mesmo, é nesse aprender que descobrimos o caminho para darmos mais valor aos sinais que nos encaminham do SABER
Outro fator bastante importante que deve ser avaliado nos pilares de Paulo Freire, é que o mundo atual está em constante evolução, adaptação, ajustação, deixando sempre a condição de idéia fruir para o indivíduo se sinta útil e cheio de esperança para o APRENDER
E por fim, vemos nesses pilares, a condição da SOCIEDADE em que ela deixa ou faz deixar com o INDIVÍDUO interaja com a sociedade ou grupo ao qual ele o indivíduo inserido. Dessa forma teremos enfim e por fim, um indivíduo que se insere numa sociedade formadora de cidadões.
Francisco Miranda.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Ao observar a imagem lembrei que por muito tempo a avaliação era o único instrumento do professor e esta era usada para classificar e rotular os alunos entre os bons, os que dão trabalho e os que não têm jeito. A prova bimestral, por exemplo, servia como uma ameaça à turma. Felizmente, esse modelo ficou ultrapassado e, atualmente, a avaliação é vista como uma das mais importantes ferramentas à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo: fazer todos os estudantes avançarem. Ou seja, o importante hoje é encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado do aluno e oferecer alternativas para uma evolução mais segura.
Para Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia.a boa avaliação envolve três passos:
• Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);
• Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);
• Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).
"Seja pontual ou contínua, a avaliação só faz sentido quando leva ao desenvolvimento do educando", afirma Luckesi. Ou seja, só se deve avaliar aquilo que foi ensinado.
Analise da Figura da Aula 4
Uma outra proposição, é que o professor estaria buscando encontrar dentro da cabeça do aluno se o contéudo da disciplina estudada foi absorvida e estaria disponivel para que assim, pudesse ser avaliado o seu nivel de conhecimento.
De qualquer maneira, entendo que tanto a tarefa da construção do conhecimento quanto dos mecanismos de avaliação do aprendizado, têm que obrigatoriamente contar com as participações efetivas, tanto do educador como do educando para que os objetivos possam ser atingidos e tenhamos assim uma educação de qualidade
Analisando a Imagem Aula 4
Na minha opinião o problema não é na avaliação e sim na proposta , metodologia e conteúdo apresentado aos alunos . Não conseguiremos motivar os alunos se o mesmo não perceber importância e necessidade do conteúdo em sua vida , tendo em vista que o ser humano não consegue motivar ninguém , mas pode estimular outra pessoa para que se tenha interesse em algum assunto .
domingo, 18 de dezembro de 2011
Refletindo sobre avaliação
1) A nossa tentativa de consertar algo "quebrado" a muito tempo pela ineficiência do sistema de ensino; e/ou 2) Estamos tentando entender como o processo de aprendizagem esta influencia o comportamento dos alunos e professores en de maneira podemos melhorar.
Marcelo
OS QUATRO PILARES
No aprender a conhecer prevalece a idéia de se sentir prazer através da descoberta do conhecimento, da valorização dos caminhos que levam a construção e reconstrução do saber, sem temer o novo e sem deixar de considerar o velho.
No aprender a fazer prevalece a idéia de um ser em constante processo de adaptação à velocidade com que sociedade muda, um indivíduo proativo, mediador, intuitivo, mas que valorize a cooperação e sobre tudo a humildade, valores importantes no desenvolvimento do trabalho em equipe.
No aprender a conviver prevalece a idéia de uma sociedade mais altruísta, onde o indivíduo é valorizado pelo fato de saber conviver em coletividade e apresentar uma compreensão mais clara de sua dependência em relação ao grupo em que estar inserido, dessa maneira desenvolvendo uma capacidade mais elevada de mediar conflitos e colaborar de forma mais significativa nos projetos de interesse da comunidade.
No aprender a ser prevalece a idéia de um indivíduo mais responsável e crítico, que cultive valores como a ética, autonomia e imaginação. Nesse aspecto, a educação necessita ser completa e buscar sempre a formação cidadã.
Analisando a imagem...Aula 4

sábado, 17 de dezembro de 2011
Avaliação do Uso das Ferramentas
Cada aluno teria que postar pelos menos comentários sobre o assunto apresentado no fórum;
Exigir maior interação dos alunos sobre os comentários, as postagens dos colegas, como forma de enriquecer os conteúdos no processo de desenvolvimento do fórum;
Além das 05 postagens os alunos devem apresentar um texto, reportagem, citações que contribuam para o aprofundamento e enriquecimento contextual do assunto apresentado no fórum. Seria uma forma de motivar a aluno a desenvolver pesquisa e absorver conhecimentos.
Esta colocação se prende a fato de promovermos uma maior valorização da ferramenta, que considero riquíssima de um campo vasto de utilização. Tenho observado que muitos alunos participam de forma assídua do fórum, contribuindo para o processo de desenvolvimento do ensino em EAD, mas tem outros que se limitam ao básico do básico, cumprindo apenas a obrigação de ter participado e, muitas vezes na última hora. O aluno precisa ser conscientizado do seu papel de construtor do conhecimento, o sucesso do curso depende de cada, quanto mais informações for colocada no fórum, melhor será o nível de aprendizagem do grupo de maneira geral.
2 – Portfólio – é também uma ferramenta valiosa, mas voltada para outro nível de postagem. É de vasta utilização, servindo como um arquivo geral onde o aluno pode registrar e divulgar todos os seus trabalhos, podendo ainda dispor de privacidade, temos as áreas publicas e privadas. O instrumento sendo bem utilizado contribui para que o aluno possa de maneira ampla e irrestrita divulgar toda a sua produção científica, todos os participantes do curso tem acesso às informações de sues trabalhos. O aluno pode catalogar e registrar da maneira que melhor lhe aprouver.
Quanto ao critério de avaliação vejo que devemos orientar aos alunos a postarem trabalhos sobre o fechamento de cada módulo como de costume, mas que busquem aprimorar a qualidade dos trabalhos de forma que possa ser nos remeter ao entendimento quantitativo e qualitativo sobre o resultado das questões e temas trabalhados e questionados nos fóruns. Podemos também motivar aos alunos a postarem trabalhos e questionamentos trabalhados em outras universidades e cursos com forma de melhorar o nível de conhecimento e aprimoramento da educação universitário, no segmento da EAD. Tem muito alunos que postam excelentes informações com fundamentações metodológicas de pesquisa. Dar conhecimento aos alunos que estas completares serve com pontuação na elaboração dos conceitos sobre sua participação, estabelecendo inclusive critérios de pontuação. Muitos vão querer participar e vão contribuir de forma acentuada para o enriquecimento do curso.
3 – Há um consenso sobre a importância da Ferramenta Portfólio, todos se posicionaram quanto a sua utilização no sentido de poder ser utilizada como um processo de registro de publicações das produções estudantis bem como da valorização de sua utilização no processo de divulgação em ampla escala dos trabalhos apresentados, isto de certa forma favorece aos alunos a interdisciplinaridade dos conteúdos apresentados, provocando o que chamamos de transcendência do conhecimento. É um instrumento realmente de longo alcance, mas precisam ser trabalhados alguns critérios tais como: qualidade dos trabalhos; trabalhos contextualizados; prazo de publicações e também exigência de um limite mínimo de publicações, mais uma vez como forma de forçar aos alunos a buscarem o conhecimento e construírem com tal. A disciplina é à base da construção da sociedade, da administração, da economia e da educação. Temos que trabalharmos com prazos determinados, as exceções poderão ser analisadas com flexibilidade, dependendo de cada caso.
4 – Auto Avaliação – em minha opinião, e baseado na minha experiência no magistério, há mais de dez anos lecionando em universidades com aulas presenciais, o estudante ainda não está preparado para desenvolver sua auto avaliação, muitos tem dificuldades e diria até mesmo, medo de se auto avaliarem. Já tentei usar esta metodologia em sala de aula e pude observar que uma pequena parcela dos alunos se supervalorizam, atribuindo a eles conceitos máximos se sentindo merecedores, quando na maioria das vezes não são, outros se desvalorizam e ficam com medo de receber críticas dos outros colegas e atribuem a eles conceitos às vezes menores do que eles merecem esta experiência já vivenciei em sala de aula e, como não poderia ser, aceitei e registrei o conceito por eles atribuídos, claro com devidas observações. Podemos até pensar em uma auto avaliação que fosse também reavaliada pelo grupo como forma de qualificar e quantificar os conceitos, dentro de um censo crítico de construção de uma educação nova, libertadora numa relação dialógica pedagógica conscientizadora, como dizia o GRANDE PAULO FREIRE
Geraldo51
A Ferramenta CHAT
O chat para lazer atrai muito as pessoas por oferecer liberdade de acesso, descontração na forma de dialogar, informalidade na escrita e discrição. Já o chat educacional propõe horários predeterminados para acesso, temas predefinidos, exige certa formalidade na escrita, a identificação dos participantes e regras de como melhor se portar frente aos colegas durante o diálogo, talvez por isso não seja a ferramenta preferida pelos alunos.
Mas é inquestionável de como essa ferramenta pode fazer a diferença na turma durante um curso. Quando bem planejado e orientado pode proporcionar um momento de interação e aproximação entre alunos e tutor. Pode levar ao esclarecimento de dúvidas e estimular a curiosidade e interesse pela pesquisa. Para tanto é fundamental que o tutor se prepare para conduzir e oriente antes sobre as regras evitando rigidez e mantendo sempre o equilíbrio.
Maria Ariadla de Souza Ferreira
Os pilares de Paulo Freire
Sabiamente, Freire propõe que o diálogo deve ser fundamentado no amor, na humildade, na fé nos homens, na esperança e num pensamento crítico.
Para Freire não pode existir diálogo sem amor que pressupõe relações de coragem, compromisso e igualdade entre os sujeitos, gerando libertação. Também não pode haver diálogo se os sujeitos alimentam a arrogância de ver a ignorância sempre no outro e necessita da crença de que todos são capazes de fazer e desfazer, criar e recriar, ou seja, o diálogo exige humildade e fé nos homens. O diálogo freiriano alicerça-se na esperança do ser mais e no pensamento de que mundo e homens constituem um todo solidário.
Maria Ariadla de Souza Ferreira
Sobre o uso do chat
Êneo Chaves de Carvalho Sérvio
Amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico Sobre os Pilares de Paulo Freire:
Vejo que para qualquer pessoa, e os educadores estão nesse grupo, reunir essas cinco virtudes é um desafio muito difícil de cumprir. Apesar de desejarmos e sabermos como agir, colocar em prática todos os dias é bem complicado. A minha reflexão e conselho é de que devemos fazer um exercício rotineiro de lembrar o que sabemos e porque escolhemos atuar como educadores, para que não esqueçamos como devemos fazer nosso trabalho.
Êneo Chaves de Carvalho Sérvio
Uso do chat no ambiente Solar
Carolina de Lourdes
Pilares de Paulo Freire
Carolina de Lourdes
Avaliar ... complexa tarefa de educadores!
A imagem do professor abrindo a cabeça do aluno, me fez recordar dos tempos em que o estudante era visto como uma folha em branco e o professor era um depositário de conhecimentos, mecanicamente transmitidos.
Nesse processo a avaliação media apenas o eco da fala do professor e através de uma análise quantitativa, as aprovações ou reprovações refletiam o percentual de conhecimento retido, muitas vezes por meio de processos repetitivos.
Felizmente, muita coisa mudou. Ao 'abrir' a cabeça do aluno não precisamos medir a intensidade do eco de nossa voz, mas analisar como o conhecimento foi recebido e ressignificado pelo aluno e principalmente como o aluno é capaz de utilizar os novos conhecimentos para responder aos desafios que lhe são propostos.
Hoje a avaliação reflete o que o aluno aprendeu, como aprendeu e além disso, também dá algumas indicações sobre como o professor ensinou e pode também dar um retorno à sociedade e aos próprios profissionais da área quanto à qualidade da educação, permitindo que as estratégias usadas sejam revistas ou reformuladas se necessário.
Boas Festas a todos vocês!
Antonio Carlos Raulino
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Imagem x avaliação
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Avaliação
Quando observamos a figura que aparece no tópico I da aula 4, vem a nossa mente a ideia de verificar o que encontramos dentro de algo, a ideia de analisar, de comprovar, de observar. E essas ideias nos remontam à nossa tão conhecida, temida e problemática avaliação.
Avaliar em qualquer situação não é tarefa fácil...Quando falamos em avaliação escolar, aí é que o bicho pega. Não é à toa que estudiosos na área de educação e educadores vivem às voltas em busca de novas formas de avaliar, formas estas que permitam o acompanhamento e reorientação permanente da aprendizagem. Deseja-se uma avaliação que não seja pontual, que seja diagnóstica, inclusiva, democrática e dialógica e pelo que vemos, ainda temos muito que caminhar para que isso se concretize.
Samara Mapurunga
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A Avaliação e o Aluno
Já escutei algumas vezes esta frase durante minha experiência como professor/tutor a seguinte frase:
- Acho que fulano de tal é um professor tão bom que parece conseguir abrir a cabeça da gente e colocar os ensinamentos dentro.
Se por um lado fico feliz porque o aluno deve ter realmente assimilado o conteúdo proposto, por outro me preocupa este tipo de assertiva. Creio que a função principal do professor é a de orientação, a de abertura de caminhos, a de mostrar um novo mundo para seus alunos, ou a de tirar dúvidas para facilitar um novo entendimento.
Mas o dever de colocar novos conhecimentos em sua mente é tarefa que cabe principalmente ao aluno através do estudo, da dedicação e da exercitação. Não acredito, com algumas exceções, em conhecimento adquirido sem leituras, dedicação e exercícios.
Por isto esta tarefa da avaliação é talvez a mais difícil para nós. Afinal, quem nós pensamos que somos para termos condições de avaliar pessoas? Cada indivíduo é diferente e tem que ser avaliado dentro de um contexto. E nós não conhecemos perfeitamente estes contextos e as vezes ao avaliarmos linearmente cada um de nossos alunos somos passíveis de cometer injustiças.
Por exemplo, não podemos usar o mesmo critério para avaliarmos um aluno que teve sua base de formação em uma escola pública com um que estudou em escola privada. Do mesmo modo, quais critérios devemos utilizar para avaliarmos alunos cuja formação foi toda efetuada em escolas localizadas no interior deste nosso pobre estado, escolas estas que às vezes não têm nem condições físicas de funcionar?
Eu acho este assunto muito delicado. Reconheço que até hoje ainda não encontrei a maneira ideal. Mas vou tentando acertar...
domingo, 11 de dezembro de 2011
Importância do chat
O chat por sua vez, retrata para mim uma maior proximidade da sala de aula presencial, pois o contato é imediato, instantâneo e rápido. Possibilitando, inclusive a semelhança da formação de grupos como numa sala presencial. Sempre procuramos conversar com alguém cujo grau de intimidade é maior.
Porém, também visualizo algumas falhas como, por exemplo: alimitação de pessoas que devem participar. A interação num grupo grande de fato fica falha e entediante, pois você fica aguardando o outro e ao mesmo tempo não acompanha a leitura de todos os comentários.
Outro problema que visualizo é o chat como ferramenta nos cursos da área das ciências exatas, a simbologia não ajuda e não dá pra digitar a linguagem adequada para o diálogo esperado.
Sugestão: por que não se tentar videoconferências, ou alguma outra transmissão onde se possibitasse maior interação do grupo.
No entanto, reforço a ideia de que toda e qualquer ferramenta será sempre benvinda, onde mesmo com as inúmeras limitações, poderá de alguma forma contribuir para a formação e busca do conhecimento.
Marciana Lima
Comentário sobre os pilares citados por Paulo Freire
Desta forma, inserido no paradigma da complexidade, o processo deensino-aprendizagem deveria se fundamentar nas seguintes proposições:
• totalidade e diálogo;
• postura crítica e reflexiva;
• produção do conhecimento através da pesquisa;
• aprender a aprender constantemente e uns com os outros;
• ética coletividade e cooperação.
Neste sentido, os desafios da contemporaneidade, acompanhados dosavanços científicos e tecnológicos e da globalização, levam atransformações rápidas nas áreas social, cultural, econômica e política dasociedade, bem como no processo de produção e aquisição doconhecimento, exigem novas habilidades na educação, pedindo a presençade um professor crítico e reflexivo que irá exercer um papel imprescindívele insubstituível para a construção e socialização dos saberes docentesintrínsecos à construção do conhecimento.
O professor, assim como todos os sujeitos e todas as atividades daeducação, precisa estar em processo constante de mediação e intervençãocrítica para a elaboração da aprendizagem.
A educação deve estruturar–se em torno de quatro aprendizagens fundamentais, que no transcurso da vida, serão para cada pessoa, em certo modo “pilares” do conhecimento:
Aprender a conhecer:
Aprender a fazer
Aprender a viver juntos
Aprender a ser.
• Qual a grande responsabilidade do professor neste contexto?
É preciso apostar por uma educação que permitisse evitar os conflitos ou solucionar os de maneira pacífica, fomentando o conhecimento de outros, de suas culturas, de sua espiritualidade.
Somos diversos, mas semelhantes e interdependentes.
Marciana Lima
Comentário sobre a vida, o dia a dia do tutor.
A função do tutor online é fundamentada numa concepção de participação em que seu elemento fundante seja uma prática transformadora, uma prática articulada com o diálogo e com as orientações acadêmicas que gerem reflexões sobre a unidade do saber, a totalidade do conhecimento e a capacidade do sujeito (aluno) criar e gerar conhecimento.
É importante ressaltarmos que um dos principais objetivos do ensino adistância é promover um ensino inovador e de qualidade, por sua sistemática e recursosdidáticos instrucionais e de multimídia elaborados por profissionais de comprovadacompetência em cada assunto e frequentes avaliações do próprio sistema paradiagnosticar, analisar e mensurar o alcance dos objetivos da instituição e dos cursosministrados.
O docente não se faz presente, mas transmite conhecimentos ao aluno, suscitandoa sua aprendizagem através do planejamento da instrução, do qualparticipou, e dos recursos didáticos que elaborou. Em muitos cursos na modalidade daeducação à distância, há ou deve haver, previsão de momentos presenciais em que oaluno tenha contato direto com o professor/tutor para dirimir dúvidase/ou receberexplicações complementares e participar de momentos de avaliação. Oacompanhamento do aluno, durante todo o processo ensino-aprendizagem, desenvolvidopela instituição de ensino e pelo professor/tutor, é indispensável, superando o fator daseparação e distância. Este feedback é de suma importância, pois é através dele que seassegurará a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.
O tutor passa a assumir um papel necessário não só pelas habilidades de suporte, mas enquanto sujeito do processo de humanização da educação em que a comunicação o diálogo e a reflexão sejam aspectos pertinentes na sua relação com o aluno favorecendo um relacionamento e facilitando a compreensão dos temas discutidos.
Marciana Lima Soares
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O uso do chat na EAD
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Figura 01 da Aula 04
A figura expressa que o professor usa uma chave de fenda para abrir a cabeça do aluno, como se dissesse assim: vou verificar se realmente o aluno possui cérebro. Revela para nós que não é fácil desenvolver uma avaliação do aluno uma vez que, no meu entendimento, o aluno não vem desenvolvendo a parte cognitiva e sendo assim não absorve os conhecimentos transmitidos. Para o professor ficar com sua consciência tranquila ele abre a cabeça do aluno como forma de constatar a existência de um cérebro humano, capaz de agir, pensar e interagir.
Esta figura me remete aos tempos de crianças na educação tradicional, muitos professores que não tinha a prática pedagógica desenvolvida, até por dificuldades de obterem o conhecimento, usavam muito certas expressões: você tem cabeça só para separar as orelhas, para que serve esta cabeça tão grande se você não sabe pensar; tenho vontade de abrir sua cabeça e colocar a informação dentro dela, e por aí se vai. Comigo. Graças a Deus nunca aconteceu, mas vi professores direcionando este tipo de interrogação aos alunos, muitas vezes de forma rígida, áspera e sem trato educacional. No tempo do que fiz o primário, hoje fundamental I, as professoras usavam a palmatória para quem erasse a tabuada e, é que não sou tão velho assim, agora que fiz 60 anos, me sinto jovem e com todo vigor para construir a vida de maneira sociável e principalmente no viés da educação. Gosto muito do que faço, me sinto realizado numa sala de aula, principalmente quando meus alunos querem realmente aprederem.
Geraldo 51
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
domingo, 4 de dezembro de 2011
PILARES DE PAULO FREIRE
HISTORINHA
A pouco tempo uma amiga passou no concurso para professores da Rede Municipal de Ensino. Ela foi lotada em uma escola localizada no bairro do Mucuripe. Uma das turmas que ela teria que ministrar aulas era conhecida em toda a escola como uma das mais problemáticas. Vários professores se recusavam dar aulas àquela turma e os que davam aulas eram sistematicamente ignorados e até mesmo humilhados pelos alunos. Ela contou-me que ao entrar pela primeira vez na sala de aula chegou até a se benzer. Não sabia como tratar a situação. Resolveu que antes de começar a falar sobre a matéria iria conhecer cada um dos alunos, procurar saber a situação pessoal de cada um, quais os seus problemas. Ao mesmo tempo mostrou-se humilde, dizendo que estava ali para ajudá-los a melhorar de vida, mas que ao mesmo tempo, teria muito a aprender com eles. Como resultado deste esforço todos no colégio hoje admiram o fato da turma se comportar plenamente durante suas aulas, e não apenas isto, mas também aos poucos estarem permitindo que outros professores realizem seus trabalhos com m professor que mais cordialidade junto àquela turma.
Citei este exemplo porque nele estão inseridos a meu ver todos os elementos da dialogicidade de Paulo Freire. Amor, humildade, fé nos homens e esperanças estão inseridos diretamente na história. Afinal, no momento em que um professor se “reifica” ele morre academicamente, pois começa achar que somente ele tem razão. Quando a colega fala que também está ali para aprender com aqueles alunos ela está demonstrando humildade. Do mesmo modo a esperança ressignifica a própria vida humana, e quando se procura conhecer os seus alunos você está demonstrando amor, fé nos homens e a esperança de levá-los a uma melhoria nas suas condições de vida. Finalmente o pensar crítico entremeia toda a situação.
João Luis
sábado, 3 de dezembro de 2011
Os Pilares da Educação.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
A ferramenta CHAT
O grande desafio do CHAT é que os participantes, necessariamente, precisam ter o conhecimento prévio o tema da discussão, pois pela característica da ferramenta exige-se do aluno e professores uma base concreta do conteúdo.
Importante também sempre haver um moderador pois a um grande tendências a dispersões.
Isto posto, o chat tornou-se um forte aliado no processo de apredizagem e compartilhamento do conhecimento.
Abs,
Marcelo
Os pilares da educação
O amor, que é uma condição indelével para o educador, pois que esta nesta função o faz porque tem um sentimento muito forte pela profissão e pelo que exerce;
Ser humilde. A humildade faz parte do processo de troca de informação, onde o educador precisa entender que ensinar é o mesmo tempo aprender algo.
Manter a Fé e, incansavelmente, incentivar o aprendizado e acreditar no potencial dos indivíduos;
Exercitar o Pensamento Crítico, pois como educadores temos sempre fazer questionamentos e transmitir aos alunos a importância de ser críticos no processo de aprendizagem;
E, finalmente ter a esperanças de que iremos conseguir superar todos os obstáculos que a vida nos apresenta.
Saudações
Marcelo
Chat Sugestão Metodológica
Chat é uma ferramenta síncrona, utilizada para proporcionar debates e transmissão de conhecimentos on line. Pouca utilizada em função de alguns pré-requisitos, se não vejamos;
- tem que ser determinado a hora do início e termino, esta hora requer disponibilidades dos cursistas, que não é tão fácil, mas se consegue ajustar;
- dar conhecimento do assunto a ser tratado com antecedência ao grupo formado;
- estabelecer o número de participantes;
- monitorar com agilidade, segurança, responsabilidade e flexibilidade todo o processo em execução;
- o mediador precisa está muito atendo desenvolver uma motivação grupal, promover inclusão satisfatória do grupo, se não for bem administrado uns se sobressaem mais do outros.
SUGESTÃO:
- formar grupo de no máximo 08 pessoas, de preferência 06;
- o grupo precisa se comprometer em ler o material antes da aula e os cursistas devem entrar no bate papo munidos das perguntas que desejam fazer;
- o os participantes precisam está preparados para interagir o máximo, não deixar as perguntas sem respostas;
- estipular tempo para as perguntas de cada participante bem como o tempo que ou outros terão para responder.
Exemplo: cada aluno terá um (01) minuto para formular sua pergunta e só poderá fazer até no máximo 02. Os participantes terão três (03) para responder.
Todos terão vez com certeza e será desenvolvida uma participação integrada do grupo. Vamos ouvir e ser ouvidos, todos terão vez e voz.
JUSTIFICATIVA: como não estamos acostumados a trabalharmos com essa ferramenta, estou fazendo esta sugestão como forma de tentarmos administrar da melhor maneira possível o chat, tornando-o enriquecedor e agregador de valores. Num segundo momento quando já estivermos vivenciando melhor este instrumento de comunicação, poderemos então flexibilizar de maneira mais atrativa ao desenvolvimento da técnica do bate papo.
Geraldo 51
Feramenta Chat
O chat é mais uma das ferramentas disponibilizada para uso conversacional, dentro de um espaço virtual, permitindo que duas ou mais pessoas possam interagir na busca da aprendizagem a distância, proporcionando uma interação on line por parte de grupos de estudos e também de pesquisas. É uma ferramenta síncrona exigindo de seus participantes um planejamento prévio do assunto a ser desenvolvido para que possa se obter o maior êxito possível. Requer habilidades pedagógicas tanto por parte do mediador como por parte do grupo de estudo.
O chat já está bastante difundido no meio acadêmico, principalmente no viés EAD, è onde ele desenvolvido com ais frequência e tem se tornado bem aceito por parte do corpo docente e discente da UAB, como também em outras grandes universidades brasileiras, o processo está também sendo estimulado no campo de pesquisa, já existem relatos sobreo sucesso de seu uso. A Tecnologia da informação tem contribuído em larga escala para o sucesso de todas as ferramentas que faz necessário o uso da internet. As universidades estão usando o chat como forma de aproximar mais as pessoas dentro de discussão on line. O processo de utilização da ferramenta é simples requer apenas um plano de ação
Bem
Geraldo 15

