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sábado, 17 de dezembro de 2011

Amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico Sobre os Pilares de Paulo Freire:

Eu não sou um educador pleno. Não fiz curso de pedagogia. Não sou professor em tempo integral, divido o meu tempo com outra atuação profissional. Dadas essas circunstâncias, apesar de saber de quem se trata, infelizmente não estudei ou li Paulo Freire. No entanto, ao me deparar com seus cinco pilares para a construção do diálogo entre educador e educando, eu fiquei maravilhado com o modo que ele juntou essas cinco virtudes. Fiquei maravilhado, mas não surpreso. De certa forma essa idéia já estava no meu inconsciente (provavelmente resultado do trabalho de meus professores). É bonito e poderoso, não vale apenas para educação, vale para conduzir a nossa vida. É incrível como cada virtude se mistura às outras, com uma linha muito tênue que as diferencia e parece que as torna uma só.
Vejo que para qualquer pessoa, e os educadores estão nesse grupo, reunir essas cinco virtudes é um desafio muito difícil de cumprir. Apesar de desejarmos e sabermos como agir, colocar em prática todos os dias é bem complicado. A minha reflexão e conselho é de que devemos fazer um exercício rotineiro de lembrar o que sabemos e porque escolhemos atuar como educadores, para que não esqueçamos como devemos fazer nosso trabalho.
Êneo Chaves de Carvalho Sérvio

Um comentário:

  1. Quando lemos Paulo Freire, vemos que ser educador é muito mais do que apenas repassar conteúdos, informações. O verdadeiro educador busca a formação plena de seus alunos, acredita em si mesmo e no outro, tem uma visão positiva de seu trabalho.

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